CURSO DE BÍBLIA PARA INICIANTES

AULA 17 - APOCALIPSE DE JOÃO.

Os Sete Sinais (Ap 11,19-14,20)

COMO FOI DIVIDIDO?

XIV – Introdução aos Sete Sinais (Trecho de ligação). (Ap 11,19)

O vidente diz que o templo de Deus que está no céu se abriu deixando ver a arca da aliança. Em seguida houve
relâmpagos, vozes, trovões, terremotos e granizo.

O vidente diz que o templo de Deus que está no céu se abriu deixando ver a arca da aliança. Em seguida houve
relâmpagos, vozes, trovões, terremotos e granizo. Este é um trecho de ligação entre o final das Sete Trombetas e o
início dos Sete Sinais. O Templo visto pelo vidente não é mais o de Jerusalém. A arca é a da Nova Aliança com o
Novo Povo de Deus, os cristãos. Relâmpagos, vozes, etc., são demonstrações do poder de Deus.

XV – Os Sete Sinais. (Ap 12,1-14,20)

A narração dos sete sinais apresenta o céu como um imenso painel onde os acontecimentos se desenrolam.
Para os dias de hoje poderíamos imaginar como uma grande tela de cinema. Desde a abertura do sétimo selo,
você se lembra, a ação de Deus em favor da Igreja se iniciou. É a batalha entre o Bem e o Mal. O Bem representado
pela Igreja e seus santos e mártires; o Mal pelo Império Romano e seus aliados.
Terra e céu, luz e trevas, habitantes da terra ou mundo e habitantes do céu, revelam quem será salvo e quem
será condenado.

Primeiro Sinal: (Ap 12,1-2) - Uma mulher vestida de sol -

João diz que um grande sinal apareceu no céu: uma mulher vestida com o sol, tendo a lua sob os pés. Sobre
a sua cabeça uma coroa de doze estrelas. A mulher estava grávida e gritava atormentada pelas dores do parto.

A mulher representa a Igreja. A Igreja está grávida porque gera o Messias em cada cristão. A mulher é o povo santo
dos tempos messiânicos, ou seja, a Igreja em luta contra seus inimigos. Ela está vestida com o sol, ou seja, o esplendor
e a glória de Jesus também estão na Igreja. A Igreja é luz para o mundo.

A lua não tem luz própria, ela apenas reflete a luz do sol. A lua aqui representa a antiga aliança na Lei de Moisés.
A antiga aliança esta superada, a Igreja tem a lua sob seus pés. Isto significa que a antiga aliança passou e a Igreja
está entrando numa nova era. A nova e definitiva aliança feita no sangue do cordeiro pascal, Jesus o Messias
esperado.

Segundo Sinal: (Ap 12,3-18) - Um grande dragão - Uma batalha no céu –

O vidente informa que apareceu outro sinal no céu: um grande dragão, cor de fogo, com sete cabeças e dez
chifres. Sobre as sete cabeças havia sete diademas. A cauda do dragão arrastava um terço das estrelas do céu,
atirando-as para a terra.

O dragão vermelho (cor da morte, destruição, violência e perseguição) é Satanás, símbolo do poder do mal,
hostil ao povo santo. Ele tem sete cabeças e dez chifres, ou seja, poder total. As sete diademas representam as
pedras da coroa, símbolo do poder do imperador.

A cena da mulher e do dragão tem correspondência com Gn 3,15-16 :

“E porei inimizade entre ti a mulher, e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe
ferirás o calcanhar. E à mulher disse: Multiplicarei grandemente a tua dor, e a tua conceição; com dor darás
à luz filhos; e o teu desejo será para o teu marido, e ele te dominará.”

Outros antecedentes bíblicos são: Is 66,7-14 ; Os 13,13 ; Jo 16,20-22 ; Is 60 ; Ct 6,10 ; Sl 104,2.

O dragão se posicionou diante da mulher para devorar seu filho, assim que ela o desse à luz. Ela deu à luz um
filho homem, que irá reger todas as nações com um cetro de ferro. João diz que o menino foi arrebatado para
junto de Deus e de seu trono, enquanto a mulher fugiu para o deserto, onde Deus já lhe havia preparado um
lugar em que fosse alimentada por mil duzentos e sessenta dias.

Os inimigos da Igreja estão prontos para perseguir a Igreja e matar o Messias gerado em cada cristão. A Igreja se
refugia no deserto, refugio tradicional dos perseguidos no AT. Isto significa que a Igreja deve fugir para longe
do mundo e se alimentar com a vida divina. O deserto é o local varias vezes citado na Bíblia como ponto de
encontro com Deus. O número 1260 dias, você já sabe que é o mesmo de 42 semanas ou 3,5 anos. É o chamado
tempo médio de uma determinada ação, como já explicado acima

O vidente narra que viu uma batalha no céu entre Miguel e seus Anjos contra o Dragão. O Dragão e seus Anjos
foram derrotados e expulsos para a terra. João escreve que ouviu uma voz forte no céu proclamando:

“Agora atuou a salvação, o poder e a realeza do nosso Deus, e a autoridade do seu Cristo; porque foi expulso
o acusador dos nossos irmãos, aquele que os acusava dia e noite diante do nosso Deus. Eles, porém, o
venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra que testemunharam, pois desprezaram a própria vida
até à morte. Por isso, alegrai-vos, ó céu e vós que o habitais! Ai da terra e do mar, porque o Diabo desceu para
junto de vós cheio de grande furor, sabendo que lhe resta pouco tempo.” (Ap 12,10-12).

É uma batalha entre os anjos do céu e os anjos do inferno. O nome do líder dos anjos do céu é Miguel
(São Miguel arcanjo na tradição da Igreja). O nome MIGUEL significa "Quem é como Deus? ".
O Mal é derrotado e expulso para a terra.
Esta narrativa tem ligações com Isaias 14,12-15 e Ezequiel 28,17-18 que falam sobre a queda de Lúcifer.
A assinatura tipicamente joanina de separar o bem e o mal, aparece aqui com a dicotomia entre céu e terra, como
antes no Evangelho e nas cartas , trevas e luz ,etc.

João continua informando que, ao ver que fora expulso, o Dragão pôs-se a perseguir a mulher que dera à luz
o menino. No entanto, a mulher recebeu asas da grande águia para fugir para o deserto, onde é alimentada por
um tempo, tempos e metade de um tempo. A Serpente vomitou água como um rio para afogar a mulher, mas a
mulher foi socorrida pela terra que engoliu toda a água que o Dragão vomitara, deixando a mulher ilesa.
Enfurecido, por causa da mulher o Dragão foi então guerrear contra o resto de seus descendentes, os que observam
os mandamentos de Deus e mantêm o Testemunho de Jesus.

Assunto já narrado em Ap 12,6 . O Mal é apresentado como Dragão ou Serpente que persegue a Mulher e seus
descendentes (A Igreja e seus santos e mártires). Novamente o período de 42 semanas se apresenta; agora como :

“...por um tempo, tempos e metade de um tempo..." (Ap 12,14).

Tempo= 1 ano.

Tempos= 2 anos.

Metade de um tempo= metade de 1 ano , ou seja: 1+2+0,5 = 3,5 anos ou 42 semanas ou 1260 dias.

Terceiro Sinal: (Ap 12,18 - 13,10) – A Besta que subia do mar -

O vidente informa que viu uma Besta que subia do mar. Tinha dez chifres e sete cabeças e sobre os chifres havia
dez diademas e sobre a cabeça um nome blasfemo. Tinha aparência de uma pantera com pés como de urso
e boca como a mandíbula de um leão.

Como o termo Besta do Apocalipse já se tornou lugar comum, usaremos o mesmo para referências à Fera do
Apocalipse, nome que seria mais adequado à nossa época. A Biblia de Jerusalém usa o termo Besta, mas a Bíblia
do Peregrino prefere Fera.
A simbologia é repetitiva: dez chifres, sete cabeças, etc. demonstram poder.
O título blasfemo é o título de "divino" que os imperadores se arrogavam.

A Besta recebe todo seu poder do Dragão. Uma de suas cabeças parecia mortalmente ferida, mas foi curada.
A terra inteira se admirou, seguiu a Besta e adorou o Dragão. A Besta recebeu o poder para agir por quarenta e
dois meses e blasfemar contra Deus. Deram-lhe permissão para lutar contra os santos e vencê-los, recebeu
autoridade sobre todo o mundo. Adoraram-na, os habitantes da terra que não tinham os seus nomes inscritos no
livro da vida do Cordeiro. Mas os outros serão salvos.

O Império Romano recebeu seu poder de Satanás. A cabeça mortalmente ferida e que se recuperou é Nero.
Na época de Domiciano corria uma lenda de que ele (Domiciano) era Nero ressuscitado. A lenda dizia que Nero
não havia morrido, mas apenas tinha sido ferido gravemente. Quando surgiu um imperador (Domiciano) tão
cruel e violento quanto Nero a lenda se espalhou.

Biblia de Jerusalém:

"A Besta ferida e curada é uma paródia de Cristo morto e ressuscitado.”

Comentário sobre Ap 13,3 - ( Biblia de Jerusalém – NT - Edições Paulinas - 1973)

Quarto Sinal: (Ap 13,11-18) – A Besta que saiu da terra - O número 666 -

João diz que viu, então, outra Besta. Ela tinha dois chifres como um Cordeiro, mas falava como um Dragão. Esta
segunda Besta trabalhava para a primeira, cuja ferida havia sido curada. A segunda Besta iludia os habitantes da
terra com seu grande poder, a ponto de fazê-los adorar a imagem da Besta. Ela também marcou todos com uma
marca na mão direita ou na fronte. Ninguém podia comprar ou vender se não tivesse a marca, o nome da Besta
ou o número do seu nome.
João avisa que aqui é preciso ter discernimento:

“...Quem é inteligente calcule o número da Besta, pois é um número de homem: seu número é 666!" (Ap 13,18).

Esta segunda besta é inferior em poder (tem só dois chifres) e presta serviço ao Imperador. Mais à frente ela
será chamada de Falso Profeta. São os sacerdotes de Roma que pregavam o culto imperial (falava como um
Dragão) e arautos que espalhavam a doutrina de Roma.
Hoje, diríamos: “Lobos em pele de Cordeiro.”. A marca na mão direita ou na fronte corresponde às tatuagens
de identificação usadas à época para designar função social ou religiosa. Da mesma forma como os eleitos
de Deus foram marcados na fronte (Ap 7,3 ; 9,4) , aqui os servidores do Império Romano são marcados e só eles
podem exercer atividades econômicas. Os cristãos são excluídos. Veja também: Is 44,5 e Ez 9.
A marca da Besta é outra paródia da marca de Deus.

Sobre marcas na fronte veja também Dt 6, 6-8 e o que Jesus disse sobre isso em Mt 23,5-7

O número 666:

Biblia de Jerusalém:

"Em grego e em hebraico cada letra tinha um valor numérico segundo sua posição no alfabeto. O número de um
nome é o total da soma de suas letras. Aqui '666' seria César Neron em letras hebraicas.
Uma outra variação '616' é obtida com César Deus em letras gregas.”

Comentário sobre Ap 13,18 -( Biblia de Jerusalém – NT - Edições Paulinas - 1973)

Você encontrará muitos exemplos que associam este número, 666, com Hitler, o Papa, a Igreja Católica, a televisão,
etc.
É fácil imaginar nomes cujas letras somadas dão 666. No Apocalipse desde que se procure pode-se encontrar
tudo que se imagina.
É melhor separarmos a fantasia da realidade.
O autor do Apocalipse escrevia para pessoas da sua época e não fazia adivinhações sobre o futuro.
Como já vimos na AULA 15, este livro falava aos cristãos do final do primeiro século. Portanto não faz sentido
fazer cálculos com letras de nomes de pessoas de outras épocas.

Quem João chamaria de Fera que luta contra a Igreja ?



                              666 = NRWN QSR
                                50 200 6 50   100 60 200
                                   Nero        César

Fonte: Apostila sobre o Apocalipse do Pe. José Luiz Gonzaga do Prado.2012

Quinto Sinal: (Ap 14,1-5) – O Cordeiro sobre o Monte Sião -

João diz que depois teve a seguinte visão: O Cordeiro estava sobre o Monte Sião com os 144.000 eleitos que traziam
a marca de Deus sobre a fronte: O nome do Cordeiro e o nome de seu Pai.
Ouviu sons que vinham do céu que eram como sons de harpas. Cantavam um cântico novo diante do trono,
dos quatro Animais e dos Anciãos.
Ninguém podia aprender o cântico, exceto os 144.000 que foram resgatados da terra. Estes são os que não
se contaminaram e se mantiveram fiéis, seguindo o Cordeiro onde quer que ele vá. Estes foram resgatados dentre
os homens para Deus e para o Cordeiro.
São íntegros.

A vitória sobre o mal é celebrada pelos escolhidos, os 144.000, aqueles que mantiveram a fé e se mantiveram
fiéis à Palavra. Assim como Moisés cantou a libertação do Egito (Ex 15,1-21), o novo canto celebra a vitória do
Cordeiro e a libertação do NOVO POVO DE DEUS.
Só eles podem aprender o novo cântico porque só os que acreditam podem entender. O autor, assim como nas
sete cartas, lembra o que espera os que se mantiverem fiéis à sua fé.

Sexto Sinal: (Ap 14,6-13) – Os três Anjos do Juízo-

João vê então outro Anjo que anunciava um Evangelho eterno para os habitantes da terra.
Ele dizia:

“Temei a Deus e tributai-lhe glória, pois chegou a hora do seu juízo; adorai aquele que fez o céu e a terra, o mar
e as fontes.” (Ap 14 7).

Um outro Anjo, o segundo, continuou:

“Caiu, caiu Babilônia. a Grande, a que embebedou todas as nações com vinho o do furor da sua prostituição."
(Ap 14,8).

Um outro Anjo, o terceiro, avisou que quem adora a Besta e traz a sua marca na fronte ou na mão será atormentado
e nunca terá descanso dia e noite. E que nisto repousa a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos
de Deus e a fé em Jesus.

Três anjos convidam os perseguidores da Igreja à conversão, mas eles não se convertem. O Evangelho é chamado
de ETERNO pois é o mesmo para todas as gerações, até hoje e até a última geração.

A queda de Babilônia é a queda do império romano. João avisa que, apesar de todo sofrimento, a perseguição
terminará e, no final, a Igreja será vitoriosa. Isto acabou realmente acontecendo, alguns séculos depois,
com o Imperador Constantino que deu ao cristianismo (e a todas as outras religiões) o estatuto de "religio licita",
ou seja, Religião Licita, terminando com toda perseguição (Édito de Milão em 13/06/313).

Depois, com o Imperador Teodósio, que reconhece o cristianismo como religião oficial do estado romano
(Édito de Tessalônica em 27/02/380).

No entanto, o Apocalipse fala também da vitória final da Igreja sobre todo o mal, mesmo nos nossos dias.
Fala sobre a vida de tormento daqueles que não têm Deus no coração, e da vida de paz e alegria daqueles que O
têm inscrito na fronte, ou seja, na sua mente e no seu coração.

“Nisto repousa a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus." (Ap 14,12).

O vidente continua dizendo que ouviu uma voz do céu, dizendo:

“Escreve: felizes os mortos, os que desde agora morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, que descansem
de suas fadigas, pois suas obras os acompanham." (Ap 14,13).

A mensagem é clara, mesmo para nós do século XXI:
O contraste entre os que vivem uma vida amarga, por estarem longe de Deus, e a vida de descanso feliz dos fiéis.

Sétimo Sinal: (Ap 14,14-20) – O Filho do Homem -

João continua narrando o que viu: Uma nuvem branca e sobre ela alguém semelhante a um homem com uma
coroa de ouro na cabeça e uma foice afiada nas mãos. Um outro Anjo sai do Templo, gritando em alta voz ao que
estava sentado na nuvem:

“Lança tua foice e ceifa. Chegou a hora da ceifa, pois a seara da terra está madura." (Ap 14,15).

O que estava na nuvem lançou sua foice e a terra foi ceifada.

Um outro Anjo saiu do Templo que está no céu, também ele com uma foice afiada. Então um terceiro Anjo,
vindo do altar gritou ao Anjo que trazia a foice:

“Lança a tua foice afiada e vindima os cachos da videira da terra, pois suas uvas amadureceram." (Ap 14,18).

O Anjo que trazia a foice afiada lançou-a e vindimou a videira da terra, lançando-a depois no lagar do furor de Deus,
fora da cidade. De lá saiu sangue até chegar à altura das bocas dos cavalos, numa extensão de mil e seiscentos
estádios.

O texto fala claramente sobre o julgamento divino. A descrição detalhada se dará em Ap 19,11-20.
A imagem é retomada de Is 63,3ss.

Aqui vemos três personagens: alguém como um ser humano e três anjos.
Não se deve intuir que o ser humano seja Jesus, pois o mesmo não receberia ordens de um anjo (Ap 14,15).
De qualquer maneira, João fala sobre o julgamento final. A figura da CEIFA e da VINDIMA é recorrente. Como em
Mc 4,29 e Mt 13,24-30.

Como já explicamos em aulas anteriores, o texto do Apocalipse foi reunido a partir de vários outros textos. Este pode
ser um paralelo ao de 19,11-20.

Há estudiosos que consideram que esta narrativa é a junção de dois textos originalmente separados, a saber:
(Ap 14,14-16) e (Ap 14,17-20).

Alfred Lappe:

"...os peritos em ciências bíblicas dão interpretações muito diversificadas. Enquanto uns opinam constituírem
eles a conclusão de um apocalipse mais antigo, outros os consideram uma exposição preliminar , isto é,
uma espécie de prelúdio do juízo de Deus , descrito nos capítulos que se seguem. É estranho o fato de receber
o “Filho do Homem”, por meio de um anjo, o encargo de lançar a foice na terra.”

(A Mensagem do Apocalipse para o Nosso Tempo - Alfred Lappe - Ed.Paulinas -1971 – Pág.163)

O número 1.600 (mil e seiscentos) estádios é um número múltiplo de quatro, associado ao número mil.
Como vimos na AULA 15, o quatro é o número da totalidade cósmica e mil significa muitos, incontável.
O que o vidente diz aqui é que a visão o avisa de que o número dos que serão castigados é muito grande.

Bibliografia:

- Biblia de Jerusalém – NT – Edições Paulinas - 1973

- Biblia de Jerusalém – Editora Paulus - 2014

- Biblia do Peregrino- NT - Editora Paulus - 2005

- Alfred Lappe –A Mensagem do Apocalipse para o Nosso Tempo – Ed.Paulinas -1971

- Alfred Lappe – Interpretação Atualizada e Catequese – Vol.04 – N.T. – Paulinas -1980

- A Comunidade do Discípulo Amado. - Raymond Edward Brown - Ed.Paulus -2013

- O Apocalipse de São João-Uma Chave de Leitura –Esperança de Um Povo que Luta- Frei Carlos Mesters-Edições Paulinas.

- Agora Entendo o Apocalipse – Antônio Guilherme Grings - Ed.La Salle -1976 -

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